A segurança privada, além de ser importantíssima atuando na proteção junto ao comércio, aos eventos e às residências, também é uma aliada ao Estado no combate à criminalidade.
Juntos, podem ser bastante efetivos trabalhando juntos. O auxílio deve ser mútuo, enquanto a sociedade tende a ganhar bastante com essa parceria.
Atuação conjunta da segurança privada e pública
Apesar de ser um pensamento compartilhado por muitos, é um equívoco dizer que a segurança privada e a segurança pública são concorrentes e não conseguem atuar bem em conjunto. Muito pelo contrário. As duas se complementam muito bem. Em alguns países, a segurança privada é responsável até mesmo pela proteção de bases militares.
No Brasil, a segurança privada faz a liberação do efetivo da segurança pública, com o intuito de atuar de forma mais incisiva no combate a criminalidade, ao mesmo tempo que é responsável pela segurança de interesses individuais. Logo, o Estado ganha tempo para focar em interesses coletivos.
Existem acordos de cooperação entre as duas seguranças. Um exemplo: quando os vigilantes enxergam uma possível situação de crime, mesmo em áreas distintas das que eles atuam, o aviso às forças de segurança é feito, no intuito de coibir a ação dos criminosos.
A importância da segurança privada no Brasil
A importância da segurança privada em nosso país é nítida e alguns fatores contribuem bastante para que ela continue em evidência. São alguns deles: índice de criminalidade alto; preocupação com atos de delinquentes e crises em grandes eventos; mais pessoas conscientes em proteger a sua vida e o seu patrimônio.
O motivo da atuação da segurança privada junto ao Estado
A segurança privada complementa a segurança pública, pois o Estado possui certa dificuldade em promover a proteção da população, com base na crescente explosão de violência e deficiência do sistema carcerário do nosso país.
Por mais que a segurança privada seja um meio fundamental de apoio a segurança pública, não é o intuito dela exercer a função de polícia. Porém ela vem se destacando como um instrumento fundamental no trabalho de proteção ao cidadão.
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